terça-feira, 23 de junho de 2009

O amor é um grande laço (ou seria um nó?)


Respirou fundo e falou com determinação: Camila, eu quero muito ficar com você! Enquanto esperava a resposta pediu a Deus que abençoasse a sua estratégia suicida. Mesmo confiando no espírito santo, preferiu adotar medidas de segurança. Ou seja, teve o cuidado de fazer a declaração diante de várias testemunhas. Armou o bote dentro de um ônibus lotado. Numa tentativa explícita de pressionar e surpreender a vítima. Afinal, o cobrador e mais uma dezena de pessoas aguardavam impacientemente pela resposta da moça. O veredicto foi impiedoso, porém, sincero:

--- Não dá.... Você é meu amigo!

A solidariedade dos passageiros com o rapaz foi imediata. Ele foi consolado com palavras de fé, esperança e positividade. Recebeu manifestações de apoio e carinho até a hora de descer. Aliás, foi justamente perto da porta que Flávia sorriu pra ele. O brilho nos olhos havia voltado. O que aconteceu com Camila? Passou o resto da viagem flertando com o cobrador. O amor é um grande laço. É ou não é Djavan?

9 comentários:

Sara disse...

Um passo pra uma armadilha...
Nem só de atrevimento vive o homem. rsrsrs
bjs

JORGE disse...

ate os melhores planos falham !
eu acho que o amor é um nó que vc vive tentando desatar e nunca consegue ate que quando voce menos espera ele abre !
abraço marcelo

Camila Costa disse...

Hahaha Malvada a Camila, pelo menos tem um nome bonito.Eu voto no nó.

Tô sempre por aqui ;)

Debora disse...

Ainda bem que eu sou perita em desatar nós quando estes não me apetecem.. ;)

Niam disse...

Como dizem: "Fora o cobrador e o motorista, o resto é passageiro" (rs). Beijos!

Cleo Lima disse...

Procura-se, pois, um inimigo. Votz.

Amigo é que é bom!

=P

Karen disse...

Um laço de encontros e desencontros que sempre acaba em: nós. :] A gente que complica tudo, né não? Beijoca.

Júlia disse...

Mas a essa tentativa, da forma como foi feita, já estava fadada ao fracasso e ele sabia disso..

vinilliterario disse...

A pergunta que não quer calar. Afinal, todo laço pode virar nó e vice e versa.