
Não tenho mais paciência para jogos. Guarde o sorriso matador, baby. Desvie o olhar de promessa para o outro lado da calçada. Feche o primeiro botão da blusa, pare de mexer o cabelo, desacelere a gesticulação, diminua o tom da voz. Aliás, talvez seja a hora de você começar a prospectar novos adjetivos para que seu ego não morra de inanição. Meus lábios já estão cerrados. Não, não há mais tempo para a última jogada. Seria inútil. Dados perdem força, velocidade e precisão em gastos tabuleiros.